Analisador de carbono orgânico total

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O sistema analisador de carbono orgânico total mede a quantidade de carbono inorgânico inicial contido na água, faz a oxidação de todos os orgânicos para a forma de CO² (carbono inorgânico) e em seguida mede a concentração final de CO².

O analisador de carbono orgânico total tem alta precisão e é comumente usado para a mensuração da qualidade da água, auxiliando na tomada de decisões gerenciais, liberação de relatórios de controle e avaliações em tempo real.

Os instrumentos 2100 e 2200, que medem os níveis de TOC (carbono orgânico total) presentes na água farmacêutica – PW/WF, foram desenvolvidos para uso em laboratório, de forma rápida, simples e econômica, especificamente nas águas do tipo I e II ASTM, utilizadas em análises laboratoriais.

Estes analisadores especialmente desenvolvidos pela Gehaka para medir os níveis de TOC (carbono orgânico total) presentes na água farmacêutica tipo PW e WFI oferecem resultados das análises de forma rápida, simples e econômica.

O Carbono é um elemento único classificado como um não-metal pela tabela periódica dos elementos químicos e pode formar uma enorme quantidade de compostos. Em combinação com oxigênio, hidrogênio, nitrogênio e outros elementos, ele forma uma vasta coleção de substâncias, muitos com átomos de carbono ligados entre si. Existem perto de 10 milhões de compostos de carbono, muitos dos quais essenciais para a vida.

O Carbono está presente na atmosfera, na vida animal e vegetal, em substâncias orgânicas não vivas, em combustíveis fósseis, em rochas e dissolvidos nos oceanos. O movimento das moléculas de carbono de uma forma para outra é conhecida como o ciclo do carbono. O ciclo de vida e morte dos vegetais resulta na acumulação de tecido vegetal decomposto, sobre e sob o solo (raízes), e produz uma quantidade significante de carbono orgânico. Por sua vez, esse material formado pode comprometer a qualidade da água de lençóis subterrâneos e também de águas superficiais, que apesar de receber um tratamento para garantir sua potabilidade, através das estações de abastecimento público, esses compostos não são totalmente removidos, inviabilizando o uso da água, principalmente em segmentos como o da Indústria Farmacêutica.

Nestas indústrias, a tecnologia em sistemas de tratamento de água tem evoluído muito. Para garantir água com grau de pureza cada vez maior, os equipamentos mais comuns para o tratamento da água são os sistemas de osmose reversa em duplo passo, sistemas de deionização, equipamentos de bi-destilação, porém, nenhum destes sistemas são capazes de garantir totalmente a qualidade da água fornecida, e pelo contrário, quando falamos de TOC, sigla em inglês para Carbono Orgânico Total, alguns deles constituem uma fonte deste tipo de contaminação. O Carbono Orgânico Total é encontrado na água em pequenas quantidades, desta forma sua quantificação só pode ser feita em partes por milhão (ppm) e em alguns casos, como o da água para uso farmacêutico em partes por bilhão (ppb).

Nestas indústrias, a tecnologia em sistemas de tratamento de água tem evoluído muito. Para garantir água com grau de pureza cada vez maior, os equipamentos mais comuns para o tratamento da água são os sistemas de osmose reversa em duplo passo, sistemas de deionização, equipamentos de bi-destilação, porém, nenhum destes sistemas são capazes de garantir totalmente a qualidade da água fornecida, e pelo contrário, quando falamos de TOC, sigla em inglês para Carbono Orgânico Total, alguns deles constituem uma fonte deste tipo de contaminação. O Carbono Orgânico Total é encontrado na água em pequenas quantidades, desta forma sua quantificação só pode ser feita em partes por milhão (ppm) e em alguns casos, como o da água para uso farmacêutico em partes por bilhão (ppb).

Além das fontes naturais mencionadas acima, os sistemas de tratamento de água, dimensionados de forma inadequada, se tornam grandes colaboradores para o aumento de Carbono Orgânico Total na água Purificada (Purified Water - PW) ou na água para injetáveis (Water for Injection -WFI), isto porque alguns detalhes construtivos não são levados em consideração, tais como, utilização de anéis de vedação em borracha, uso de graxas a base de vaselina, materiais plásticos não inertes e uma grande quantidade de outros detalhes importantes que evitam a liberação do TOC na água. A indústria farmacêutica não dispunha de métodos eficazes para detectar esta contaminação na água, exceto testes qualitativos que forneciam uma relativa segurança quanto à presença de TOC, sem, portanto quantificar este material. Um teste bem conhecido pelos analistas de Controle de Qualidade destas empresas é o de Substâncias Oxidáveis. Porém desde 1999, a farmacopéia americana USP (United States Pharmacopeia), incluiu como um dos itens de análise de água, a quantificação do TOC, apresentando com limite máximo, 500 ppb, ou 0,5 ppm de TOC.

A água purificada obtida por diferentes processos dentro da indústria (Osmose Reversa, Destilação, Eletrodeionização etc), era até então monitorada basicamente no aspecto inorgânico, através da determinação da quantidade de sais dissolvidos, e no aspecto biológico, pela quantidade de microorganismos presentes. Com a exigência da análise de Carbono Orgânico, é possível estabelecer um maior controle de sobre a qualidade desta importante matéria-prima farmacêutica, e criar um terceiro aspecto analítico, o orgânico.

Atualmente diversas tecnologias são utilizadas para determinação do Carbono Orgânico Total e também de Carbonos Inorgânicos.