Faq de Kit de Verificação - TOC
Aplicações
O kit substitui a calibração do analisador de TOC?
Não. O kit é destinado exclusivamente para verificação intermediária e não substitui calibrações formais ou qualificações de desempenho do equipamento.
Para que serve a solução de sacarose 500 ppb?
A solução de sacarose atua como ponto positivo de verificação da resposta analítica do analisador de TOC, permitindo avaliar a estabilidade e o desempenho do sistema analítico.
Qual a função do branco analítico?
O branco analítico é utilizado para avaliação do sinal de fundo (baseline) do equipamento e correção das leituras analíticas, contribuindo para maior confiabilidade nos resultados.
Por que a sacarose é utilizada como padrão?
A sacarose apresenta alta pureza, estabilidade química e comportamento previsível durante o processo de oxidação, sendo amplamente utilizada como referência em verificações de TOC conforme princípios da USP <643>.
Qual a aplicação do kit?
O kit é indicado para:
- Indústria farmacêutica;
- Laboratórios de controle de qualidade;
- Sistemas de tratamento de água;
Ambientes regulados que utilizam analisadores de TOC.
O kit pode ser utilizado em sistemas PW e WFI?
Sim. O kit é indicado para aplicações envolvendo sistemas PW, WFI e monitoramento de água purificada em ambientes regulados.
Qual é a faixa de aceitação da solução padrão?
O critério de aceitação para a solução padrão de sacarose nominalmente definida como 500 ppb considera uma faixa de variação de ± 75 ppb, estabelecendo como intervalo aceitável resultados entre 425 ppb e 575 ppb, após a devida correção pelo branco analítico.
Quando é recomendado utilizar o kit?
O uso é recomendado entre calibrações formais, após manutenções, trocas de componentes, períodos prolongados sem uso ou sempre que houver necessidade de confirmar a integridade da medição.
O que resultados fora da faixa de aceitação podem indicar?
Resultados fora da faixa podem indicar necessidade de limpeza ou manutenção do equipamento, possíveis interferências no sistema de oxidação, desvios na sensibilidade do detector ou necessidade de recalibração.
Nesses casos, recomenda-se investigação técnica antes da retomada das análises de rotina.


