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A tecnologia dispensa troca ou regeneração de resinas de
troca-iônica, ou seja, estas são continuamente regeneradas
por ação de corrente elétrica. Isso evita o acúmulo de
íons, garantindo que a qualidade da água se mantenha num
constante nível de alta pureza
A Gehaka incorporou em seus purificadores de água o
sistema de eletrodeionização (EDI) da empresa americana
Ionpure. Essa inovação fará com que os equipamentos da
empresa ofereçam água em constante nível de pureza, sem
acúmulo de íons. “Isso é possível pelo sistema dispensar a
troca ou regeneração de resinas de troca-iônica, que são
continuamente regeneradas por corrente elétrica. Dessa
maneira obtém-se constantemente água de alta pureza para
diversas aplicações: água grau farmacêutico segundo
Farmacopéia americana e européia (PW / WFI); nas centrais
de laboratórios, hospitais, universidades e clínicas de
hemodiálise; fabricação de produtos químicos; alimentação
de máquina de bioquímica; acabamento de superfícies
(galvanoplastia), entre outros”, afirma o gerente da
Gehaka, Eduardo Per Horn.
Essa técnica é um processo contínuo. O campo elétrico
proporciona um ambiente bacteriostático dentro da célula
da EDI, inibindo o crescimento de bactérias e de outros
organismos.
Outra vantagem é que a regeneração não utiliza produtos
químicos, o que significa um ambiente de trabalho mais
seguro, já que não há necessidade de armazenar ou de
manipular ácidos e cáusticos perigosos. “O custo de
operação é significamente mais baixo do que os processos
de troca de íons convencionais e o investimento de capital
também é menor, principalmente por não ser necessário
equipamentos de armazenamento químico, bombeamento e
neutralização. A EDI exige menos atenção do operador,
menos custos de mão-de-obra e é mais compacto do que os
processos convencionais”, complementa o gerente. |